domingo, 23 de novembro de 2008

Maria estava, também, com lágrimas nos olhos.
Ao fitá-la, senti uma comoção maior. Tive vontade de abraçá-la, de beijá-la por ter feito as suas alunas irem ali em forma.
Tive uma vontade imensa de ser aluno de dona Maria.
E aquela gente toda, com lágrimas nos olhos e mágoa no coração, levou até o cemitério do Bairro Branco a minha Letice querida.
Atrás da capela do Monte Calvário, como fundo uma nuvem branca passava lentamente buscando os pícaros da Serra do Lagarto.
No fundo da horta do Joaquim Sai Cedo, um cachorro uivava tristemente.

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